Pranchas de pêndulo
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Memórias a libertar
Às vezes é importante compreender as vidas passadas que vivemos porque elas podem ter impacto na nossa vida presente. Trazemos memórias negativas e positivas das nossas vidas passadas para as nossas vidas presentes. As memórias negativas podem afetar-nos em diferentes níveis, assim como os eventos vivenciados em diferentes períodos das nossas vidas.
Perguntas a serem feitas:
Primeira pergunta
“Tenho alguma memória para libertar?”
Segunda questão
“Em que período da minha vida essa memória teve origem?”
Em seguida, repita até que o pêndulo pare.
Memórias a libertar
Às vezes é importante compreender as vidas passadas que vivemos porque elas podem ter impacto na nossa vida presente. Trazemos memórias negativas e positivas das nossas vidas passadas para as nossas vidas presentes. As memórias negativas podem afetar-nos em diferentes níveis, assim como os eventos vivenciados em diferentes períodos das nossas vidas.
Perguntas a serem feitas:
Primeira pergunta
“Tenho alguma memória para libertar?”
Segunda questão
“Em que período da minha vida essa memória teve origem?”
Em seguida, repita até que o pêndulo pare.
Memórias do ambiente (bloqueio de venda)
Memórias de um ambiente que impedem a venda do imóvel
1️⃣ MEMÓRIAS EMOCIONAIS HUMANAS
São as mais comuns.
Exemplos:
- brigas recorrentes
- separações traumáticas
- luto vivido no imóvel
- doença prolongada
- depressão, estagnação, sofrimento
- sensação de “prisão” ou “peso”
Como impedem a venda:
- criam campo de repulsão inconsciente
- visitantes não conseguem se imaginar ali
- propostas surgem e “morrem”
⚠️ Importante:
Não é o evento em si, é a carga não elaborada que ficou.
2️⃣ MEMÓRIAS DE PERDA OU FRACASSO FINANCEIRO
Exemplos:
- imóvel comprado com sacrifício extremo
- dívidas associadas à casa
- perda financeira ligada a ele
- imóvel que “nunca deu retorno”
- venda frustrada no passado
Efeito:
- o campo associa o imóvel a perdas
- compradores somem
- negociação emperra no dinheiro
Esse tipo costuma aparecer junto com preço energeticamente desalinhado.
3️⃣ MEMÓRIAS DE CONFLITO FAMILIAR
Muito comuns em imóveis herdados.
Exemplos:
- disputas entre herdeiros
- ressentimentos
- decisões forçadas
- sensação de injustiça
- imóvel usado como “campo de batalha”
Como atua:
- cria campo dividido
- impede consenso
- trava decisões práticas
Mesmo quando juridicamente resolvido, o campo continua brigando.
4️⃣ MEMÓRIAS DE NÃO-PERTENCIMENTO
Exemplos:
- moradores que nunca se sentiram “em casa”
- imóvel comprado por obrigação
- mudança imposta
- casa vista como “provisória eterna”
Efeito:
- o imóvel não se fixa em ninguém
- não cria vínculo saudável
- não “ancora” comprador
Aqui não é apego demais — é falta de enraizamento.
5️⃣ MEMÓRIAS DE FUNÇÃO ANTERIOR
Muito comuns em imóveis comerciais ou adaptados.
Exemplos:
- casa que virou clínica
- imóvel residencial que virou escritório
- local que funcionou como hospital, funerária, abrigo
- imóvel que teve função de cuidado ou sofrimento
Efeito:
- o campo continua “trabalhando”
- não aceita nova função
- desalinhamento com público atual
Sem realinhamento funcional, a venda patina.
6️⃣ MEMÓRIAS DE PROMESSA OU JURAMENTO
Exemplos:
- “nunca vou vender essa casa”
- “essa casa fica para os filhos”
- promessas feitas em momentos emocionais
- decisões tomadas sob dor ou medo
Efeito:
- cria contrato energético
- venda vira traição simbólica
- proprietário sabota sem perceber
Aqui divórcio energético parcial às vezes entra — às vezes não.
7️⃣ MEMÓRIAS DE EVENTOS MARCANTES
Exemplos:
- mortes traumáticas
- acidentes graves
- violência
- invasões
- acontecimentos abruptos
Importante:
Não é “casa mal-assombrada”.
É registro energético bruto, sem integração.
8️⃣ MEMÓRIAS DE REPETIÇÃO
Exemplos:
- vários proprietários venderam rápido demais
- ninguém permanece muito tempo
- sempre há desistência de última hora
- padrão que se repete independentemente das pessoas
Isso indica memória estrutural do campo, não emocional individual.
9️⃣ MEMÓRIAS DE PROJEÇÃO DO PROPRIETÁRIO
Exemplos:
- usar o imóvel como “segurança”
- projetar medo de futuro nele
- vê-lo como última âncora
- associá-lo à própria identidade
Efeito:
- campo de retenção
- venda não “fecha”
- sempre surge um motivo para adiar
Aqui não adianta limpar só o imóvel.
? MEMÓRIAS DE ESTAGNAÇÃO TEMPORAL
Exemplos:
- muitos anos fechado
- abandono
- reformas nunca concluídas
- imóvel fora do fluxo social
Efeito:
- campo desacoplado do presente
- dificuldade de atrair movimento
- sensação de “lugar morto”
Aqui ativação só depois de limpeza temporal.
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O imóvel não impede a venda por vontade própria. O que impede é:
- memória não integrada
- vínculo mal resolvido
- função desalinhada
- tempo energético congelado
E o erro clássico é tentar resolver isso só com ativação de prosperidade.
Menopausa
A) TIPO MENOPAUSA
A.1) Menopausa natural: É o tipo mais comum, ocorrendo como uma parte normal do envelhecimento.
A.1.1) Perimenopausa: Período de transição que antecede a menopausa, com duração de alguns anos, marcado por alterações hormonais e menstruais.
A.1.2) Pós-menopausa: Fase que começa após a última menstruação e se estende pelo resto da vida.
A.2) Menopausa induzida: É provocada artificialmente por procedimentos médicos, como:
A.2.1) Menopausa cirúrgica: Ocorre imediatamente após a remoção dos ovários (ooforectomia bilateral). A interrupção abrupta dos hormônios pode levar a sintomas mais intensos e imediatos.
A.2.2) Menopausa química: É induzida por tratamentos como a quimioterapia ou radioterapia, que podem danificar os ovários e interromper a produção hormonal.
A.3) Menopausa precoce: Caracterizada pela interrupção da menstruação antes dos 40 anos, podendo ser causada por fatores genéticos, doenças autoimunes ou tratamentos médicos.
A.3.1) Também conhecida como Insuficiência Ovariana Prematura (IOP).
A.3.2) Pode ser natural ou induzida.
A.4) Menopausa tardia: Embora menos discutida, ocorre quando a menopausa se manifesta após os 55 anos. As causas podem ser genéticas ou resultado de outras condições de saúde.
B) Fases Menopausa
B.1) Perimenopausa (geralmente entre 35 e 40 anos) : Fase de transição que antecede a menopausa, com início de mudanças hormonais, ciclos menstruais irregulares e início dos sintomas.
B.2) Menopausa (geralmente por volta dos 50 anos, embora a faixa possa variar entre 40 e 55 anos.): É o ponto final do climatério, ou seja, o momento exato do último período menstrual. É confirmada após 12 meses consecutivos sem menstruar.
B.3) Pós-menopausa: É o período que se inicia após a menopausa e dura o resto da vida da mulher. Neste período, não há mais ciclos menstruais e a produção de hormônios é significativamente reduzida.
Climatério: Período amplo de transição, que engloba a pré-menopausa, a menopausa e a pós-menopausa.
Menopausa: Momento específico que marca a última menstruação da mulher.
C) Hormônios
C.1) T3 (triiodotironina)
C.2) T4 (Tiroxina)
C.3) Prolactina
C.4) Cortisol
C.5) Estradiol: Níveis baixos e constantes de estradiol são um forte indicador. Um valor abaixo de 47 pg/ml é geralmente considerado um sinal de menopausa.
C.6) Estrogênio
C.7) Progesterona: Os níveis desses hormônios caem irreversivelmente com a menopausa, pois os ovários param de produzi-los.
C.8) Folículo-Estimulante (FSH): Níveis de FSH altos no sangue são um forte sinal de que a função ovariana diminuiu significativamente.
C.9) Luteinizante (LH) - Níveis elevados de LH acompanhados por baixos níveis de estrogênio confirmam a menopausa.
C,10) Anti-mülleriano (AMH): indica a reserva ovariana, também pode estar baixo em mulheres na perimenopausa ou menopausa.
C.11) Melatonina
D) Deficiência nutricional
D.1) Ferritina
D.2) Cálcio e Vitamina D
D.3) Magnésio
D.4) K2
D.5) E
D.6) Complexo B (B1-Tiamina, B6-Piridoxina, B9-ácido fólico ou folato, B12-metilcobalamina)
D.7) Ômega 3 EPA + DH
D.8) UC-II (não hidrolisada) Age no sistema imunológico para diminuir a degradação da cartilagem.
D.9) Colágeno tipo 2 (hidrolisada) é a proteína principal das cartilagens, essencial para a estrutura, resistência e elasticidade das articulações, sendo frequentemente suplementado para ajudar a reduzir dores e melhorar a mobilidade em condições como a osteoartrite.
E) Terapia de Reposição Hormonal pode ser administrada de diversas formas:
E.1) Comprimidos: São as formas mais comuns.
E.2) Adesivos (Patch): Colocados na pele, liberam os hormônios de forma contínua e são uma boa opção para mulheres com problemas gastrointestinais ou risco de trombose.
E.3) Gel: Aplicado na pele, também libera os hormônios por absorção.
E.4) Implantes Hormonais: Pequenos bastões inseridos sob a pele que liberam hormônios por um período mais longo (meses),são práticos e evitam o risco de contaminação cruzada que pode ocorrer pelo uso do gel
E.5) Cremes
E.4) Anéis Vaginais: Contêm estrogênio e são usados especificamente para tratar o ressecamento vaginal e os sintomas urinários, com pouca absorção sistêmica (no corpo todo).
Mensuração de Trabalho Radiestesiastico
Gráfico para medir no espaço e no tempo o trabalho que vamos realizar; verificar o tipo de trabalhar a realizar; e qual o apoio a nível de protecção e impulsionamento de Forças Superiores com os Raios
Mensuração Mesa a Trabalhar
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