Influências de terceiros

Influências de terceiros

Interferência de familiares
Cônjuge, ex-cônjuge, filhos, pais ou irmãos que não concordam plenamente com a venda. Mesmo calados, projetam dúvida, apego, medo ou resistência sobre o processo.

Interferência de herdeiros ou co-proprietários
Quando há mais de uma pessoa envolvida e não existe alinhamento real. O campo entra em disputa silenciosa.

Interferência de ex-companheiro(a)
Especialmente quando o imóvel está ligado a separação, divórcio ou término mal resolvido. O vínculo emocional continua atuando.

Interferência de pessoas que se sentem prejudicadas
Alguém que acredita ter “direito” ao imóvel, ao dinheiro ou à decisão, mesmo sem respaldo legal.

Interferência de terceiros emocionalmente dependentes do imóvel
Pessoas que veem o imóvel como segurança, apoio ou referência, e temem perdê-lo indiretamente.

Interferência de corretores desalinhados
Falta de empenho, conflito de interesse, comunicação truncada ou descrença na venda. Campo profissional também interfere.

Interferência de profissionais envolvidos no processo
Advogados, administradores, inventariantes ou imobiliárias que atrasam, travam ou complicam além do necessário.

Interferência de compradores indecisos ou curiosos recorrentes
Visitas repetidas sem intenção real geram campo de desgaste e bloqueio.

Interferência por comentários negativos recorrentes
Pessoas que falam mal do imóvel, do preço ou da localização, reforçando um campo de desvalorização.

Interferência por inveja ou competição
Terceiros que não querem ver o proprietário avançar financeiramente ou mudar de fase.

Interferência por projeção de medo
Alguém que projeta seus próprios medos de mudança, perda ou fracasso no processo do outro.

Interferência por promessas ou acordos verbais antigos
“Isso vai ficar pra fulano”, “um dia você me vende”, “isso é da família”. Mesmo sem validade legal, o campo pesa.

Interferência de vizinhos
Ambiente externo hostil, fofoca, reclamações constantes ou vibração negativa associada ao entorno.

Classificado como : Cura

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TÍTULO     INCLUÊNCIAS EXTERNAS QUE PREJUDICAM A VENDA DE UM IMÓVEL
Grupo     Familiares
     Herdeiros ou co-proprietários
     Ex-companheiro(a)
     Pessoas que se sentem prejudicadas
     Terceiros dependentes do imóvelo
     Corretores desalinhados
     Profissionais envolvidos no processo
     Compradores indecisos ou curiosos recorrentes
     Comentários negativos
     Invejosos ou concorrentes
     Promessas ou acordos verbais antigods
     Vizinhos do imóvel
Novo grupo 2     

Biómetro partilhado por amportas, o 12/02/2026 -  Licença CC Atribuição-NãoComercial 4.0

Pranchas ligadas

Os gráficos seguintes estão no mesmo tema que o gráfico “Influências de terceiros”, eles dar-lhe-ão respostas adicionais para aprofundar a sua investigação.

Consciências desorganizadas

São campos de consciência que perderam coerência, direção ou organização, e que não estão integrados de forma saudável nem ao próprio processo evolutivo nem ao ambiente onde se fixam. Não significa automaticamente “espírito mau”, nem é sinônimo obrigatório de obsessor clássico.

Tipos de vínculos energéticos

Principais vínculos energéticos que impedem a venda de um imóvel Vínculo de identidade O imóvel ainda está ligado à identidade do proprietário: “quem eu fui aqui”, “minha história”, “minha fase”. Enquanto isso estiver ativo, o campo não permite entrega real. Vínculo emocional com memórias Apego a momentos importantes vividos no imóvel — filhos, casamento, conquistas, perdas. O campo emocional mantém o espaço energeticamente habitado. Vínculo de segurança O imóvel funciona como âncora de proteção ou estabilidade (“se tudo der errado, eu tenho isso”). O campo não libera porque vê risco. Vínculo de medo da mudança Não é medo da venda em si, mas do que vem depois: nova fase, nova casa, novo status, envelhecimento, solidão, recomeço. Vínculo de perda ou luto Quando o imóvel está ligado a alguém que se foi, vender simboliza “perder de novo”. O campo resiste. Vínculo de culpa Pode envolver herança, divisão familiar, decisões passadas, promessas feitas no imóvel. A culpa mantém o vínculo ativo. Vínculo de controle Dificuldade em abrir mão da posse, mesmo sem uso real. O campo tenta manter domínio sobre o espaço. Vínculo de expectativa frustrada Planos que não se realizaram ali. O imóvel fica preso a um “futuro que não aconteceu”. Vínculo financeiro emocional Preço simbólico inflado, sensação de desvalorização pessoal se vender “por menos”, mistura de valor emocional com valor de mercado. Vínculo de indecisão crônica Parte do campo quer vender, parte não. Essa ambivalência cria um nó energético que trava o processo.

Estados emocionais

Estados emocionais de um proprietário que interferem na venda de um imóvel Apego emocional Dificuldade de soltar a história, as memórias e a identidade ligada ao imóvel. O campo permanece “ocupado”. Medo da mudança Receio do depois: nova fase, nova casa, nova rotina, envelhecimento, solidão ou perda de referência. Ambivalência Uma parte quer vender, outra não. Essa divisão interna cria mensagens energéticas contraditórias. Tristeza ou melancolia Ligação com perdas, separações, luto ou fases encerradas que ainda não foram integradas. Culpa Sensação de estar “fazendo algo errado”: com familiares, com quem construiu a história, com quem herdou ou com quem partiu. Raiva ou ressentimento Ligados a conflitos vividos no imóvel ou a situações injustas associadas a ele. Medo financeiro Insegurança sobre dinheiro, sensação de desvalorização, receio de errar no preço ou no timing. Necessidade de controle Dificuldade em confiar no processo, em corretores, compradores ou no fluxo natural da venda. Expectativa rígida Apego a um resultado específico (valor, tipo de comprador, prazo), que não dialoga com a realidade. Desvalorização pessoal projetada Sentir que vender por determinado valor diminui o próprio valor como pessoa. Cansaço emocional Exaustão por tentativas frustradas, visitas sem retorno e negociações que não avançam. Desconfiança Postura defensiva que fecha o campo para acordos e conexões. Resistência inconsciente Quando vender simboliza “encerrar um ciclo” que a pessoa ainda não está pronta para fechar. Ansiedade excessiva Pressa, urgência ou tensão constante, que gera campo de escassez e afasta fluidez.

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