Pranchas de pêndulo - Cura

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Sentimentos positivos

Sentimentos positivos

Sentimentos a serem tratados. 1. Amor: Sentimento profundo de afeto, cuidado e apego por alguém ou algo. Pode ser romântico, familiar ou platônico. 2. Gratidão: Sentimento de reconhecimento e apreciação por algo recebido, seja uma ação, favor ou acontecimento. 3. Esperança: Expectativa positiva em relação ao futuro, acreditar que algo bom pode acontecer ou que as circunstâncias podem melhorar. 4. Serenidade: Estado de calma e tranquilidade, livre de preocupações ou agitações internas. 5. Carinho: Afeição demonstrada de maneira suave e atenciosa, frequentemente expressa por gestos ou palavras de cuidado. 6. Compaixão: Sentimento de empatia profunda pelo sofrimento dos outros, acompanhado do desejo de ajudar a aliviar esse sofrimento. 7. Empatia: Capacidade de compreender e sentir as emoções e perspectivas dos outros, colocando-se no lugar deles. 8. Bondade: Sentimento de generosidade e desejo de fazer o bem aos outros, com ações gentis e altruístas. 9. Amizade: Sentimento de afeto, confiança e apoio entre pessoas que compartilham laços de respeito e camaradagem. 10. Solidariedade: Sentimento de apoio mútuo, onde uma pessoa se compromete com a causa ou necessidade de outra, especialmente em tempos difíceis. 11. Harmonia: Sentimento de paz e equilíbrio nas relações ou no ambiente, onde há cooperação e entendimento mútuo. 12. Respeito: Sentimento de consideração e admiração por alguém, reconhecendo seu valor e tratando-o com dignidade. 13. Apreciação: Sentimento de reconhecimento e valorização das qualidades ou ações de alguém. 14. Generosidade: Sentimento de disposição em dar, compartilhar ou ajudar sem esperar algo em troca. 15. Altruísmo: Sentimento que leva a pessoa a agir em benefício dos outros, priorizando o bem-estar alheio acima do próprio. 16. Entendimento: Sentimento de compreensão clara de uma situação ou dos sentimentos de alguém, que promove a empatia e o respeito. 17. Lealdade: Sentimento de fidelidade e compromisso com alguém ou algo, mesmo diante de dificuldades. 18. Plenitude: Sentimento de estar completo, satisfeito e em harmonia com a vida e consigo mesmo. 19. Pertencimento: Sentimento de fazer parte de um grupo ou comunidade, onde se sente acolhido e aceito. 20. Compreensão: Sentimento de saber ouvir e entender o ponto de vista e as emoções dos outros, sem julgamentos. 21. Ternura: Sentimento de afeto suave, com uma delicadeza emocional que envolve cuidado e amor. 22. Apoio: Sentimento de suporte mútuo, em que se sente acompanhado e amparado por alguém. 23. Consideração: Sentimento de respeito e atenção pelas necessidades e sentimentos dos outros. 24. Confiança: Ter fe nas próprias habilidades, julgamentos e decisões. Fundamental para o desenvolvimento pessoal. 25. Resiliência: Sentimento de força interna que permite enfrentar dificuldades e superá-las com otimismo. 26. Acolhimento: Sentimento de ser bem recebido, aceito e valorizado por um grupo ou ambiente. 27. Dignidade: Sentimento de valor e respeito próprio, muitas vezes relacionado a ser tratado com justiça e honra. 28. Satisfação: Sentimento de contentamento com uma realização ou resultado. 29. Gratificação: Sentimento de prazer e recompensa por um esforço bem-sucedido ou por alcançar algo desejado. 30. Tolerância: Sentimento de aceitação das diferenças, permitindo conviver pacificamente com diversas perspectivas ou comportamentos. 31. Equanimidade: Sentimento de equilíbrio emocional, onde se mantém a calma e a imparcialidade mesmo diante de situações difíceis. 32. Realização: Sentimento de sucesso ao atingir um objetivo ou completar algo importante. 33. Autoestima: Sentimento de valor pessoal e respeito por si mesmo Cada um desses sentimentos está associado a experiências positivas e tem um papel importante no fortalecimento de relações e na promoção de bem-estar pessoal e social.

Análise de ataque espiritual e proposta de tratamento

Análise de ataque espiritual e proposta de tratamento

Faz uma varredura no cliente buscando informar quais as formas de ataque, seus motivos e como resolver a questão

Causa mental do desequilíbrio - Pet

Causa mental do desequilíbrio - Pet

Lista de possíveis causas de adoecimentos, desarmonias ou mudanças de comportamento, de cunho mental-energética, em animais não humanos. Para pesquisas radiestésicas, mas não substitui uma avaliação convencional e especializada. Quem ama, cuida!

Emagrecimento

Emagrecimento

Biômetro para investigação de emagrecimento Radiônicas Energéticas

Tipos de problemas não resolvidos

Tipos de problemas não resolvidos

Este gráfico ajuda a identificar qual problema raiz familiar.

Ho'oponopono

Ho'oponopono

Serve para identificar em que fase de aceitação do perdão a pessoa está, o que a impede de liberar o perdão e quantas vezes o Hooponopono deve ser feito para obter resultado.

Causas do Desequilíbrio

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Causas psicológicas, espirituais, físicas, mentais.

Sistemas e Glândulas do corpo

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sistemas e glândulas do corpo para avaliação

Seleção de Graficos

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Utilizado para selecionar o grafico mais adequado para o ''tratamento''.

Gráficos de Proteção

Gráficos de Proteção

Para ajudar a escolher Gráficos de Proteção a serem usados

Emoções e traumas que levam à compulsão alimentar

Emoções e traumas que levam à compulsão alimentar

Algumas das emoções e experiências mais comuns associadas ao aumento de peso incluem: Ansiedade e stress — A comida, especialmente a rica em açúcar e gordura, pode funcionar como uma forma de conforto imediato, ajudando a aliviar tensões e preocupações do dia a dia. Tristeza e solidão — Comer pode tornar-se uma companhia emocional, um modo de preencher o vazio interior ou de compensar a falta de afeto e ligação social. Baixa autoestima — Pessoas que não se sentem valorizadas ou que têm uma imagem negativa de si próprias podem usar a comida como refúgio, criando um ciclo difícil de quebrar. Culpa e vergonha — Paradoxalmente, sentimentos de culpa após comer em excesso podem levar a novos episódios de compulsão alimentar, mantendo o ciclo emocional e físico do excesso de peso. Traumas de infância — Situações de abandono, abuso emocional ou físico e falta de segurança afetiva podem levar o corpo e a mente a associarem o peso como uma forma de “proteção”. O excesso de gordura corporal, nestes casos, é inconscientemente percebido como um escudo. Necessidade de controlo — Quando outras áreas da vida parecem fora de controlo, controlar (ou perder o controlo sobre) a comida pode tornar-se uma forma de expressão emocional. Medo do julgamento ou da exposição — Algumas pessoas, especialmente após experiências de assédio, abuso ou rejeição, desenvolvem inconscientemente o excesso de peso como uma forma de se “esconder” ou afastar a atenção indesejada sobre o corpo. Necessidade de pertença ou amor — Comer pode simbolizar a ligação emocional a momentos de afeto (por exemplo, refeições em família). Assim, comer em excesso pode representar uma tentativa de reviver essa sensação de segurança e amor. Raiva reprimida — A dificuldade em expressar raiva, frustração ou ressentimento pode levar ao consumo emocional. A energia emocional não expressa transforma-se em tensão interna que é, muitas vezes, compensada através da comida. Sensação de vazio existencial — Quando há falta de propósito, motivação ou sentido de vida, o ato de comer pode servir como uma tentativa de preencher esse vazio simbólico. Perdas e luto — A dor pela perda de alguém querido ou por uma mudança marcante (como o fim de uma relação, desemprego, mudança de país) pode levar ao recurso à comida como consolo emocional. Crenças familiares ou culturais — Frases como “tens de comer tudo o que está no prato” ou “a comida é um sinal de amor” criam, desde cedo, associações emocionais que dificultam uma relação saudável com a alimentação. Medo da escassez — Pessoas que viveram períodos de carência, económica ou afetiva, podem desenvolver um padrão de “acumulação” — tanto de comida como de peso — como forma de segurança inconsciente. Necessidade de autoafirmação — Em alguns casos, o peso torna-se uma forma de marcar presença ou de reivindicar espaço num mundo onde a pessoa sente que não é ouvida ou valorizada. Vergonha do corpo e rejeição social — Paradoxalmente, o medo de ser julgado pelo corpo pode aumentar a ansiedade e o comportamento alimentar desregulado, criando um ciclo difícil de interromper. Cansaço emocional e exaustão — Quando a pessoa vive em constante exigência, cuidar de si passa para segundo plano. Comer pode tornar-se o único “prazer rápido” disponível no meio da rotina.



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